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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Entrevista ao Professor Higino Martins



Equipa do DTS: José Goris e José Manuel Barbosa

O Professor Higino Martins Esteves esteve connosco entre o 5 e o 21 de outubro de 2015 apresentando o seu livro "Etimologias escuras ou esconsas".


Tivemos a oportunidade de partilhar com ele estes dias de atendimento à sua pessoa e aproveitamos para fazermos-lhe uma entrevista para o DTS.
A entrevista foi feita, como sempre, com a colaboração técnica do nosso amigo e colaborador José Goris. Eis o nosso trabalho:




Outras obras do professor Martins:











quarta-feira, 19 de agosto de 2015

VITÓRIA!!!!!





Em Fevereiro de 2012 fazíamos esta entrevista a Sra Maria Isabel Alonso, nomeada por nós como Guardiã da capela pré-românica de época germânica de Santa Comba de Bande.
(Eis a entrevista)
http://despertadoteusono.blogspot.com.es/2012/03/o-desrespeito-ao-patrimonio-galego.html
Elaboração por parte da equipa do DTS:
Gravação e elaboração: José Goris Cuinha O Goris Cuinha
Colaboração Técnica: Ana Bernardez e Carolinha Hortsmann
Apresentação: José Manuel Barbosa



Notícia no Facebook: Aqui:


A nossa campanha fez com que denunciássemos publicamente que o seu cuidado e manutenção caia de forma abusiva na pessoa da Sra Isabel sem ajuda de qualquer instituição, nem Concelho, nem Deputação, nem Junta da Galiza, nem o Governo do Estado nem sequer a Igreja. Todos os anos e sempre que podíamos levávamos e levamos ainda gente para expor a circunstância, sendo o nosso monumento um dos mais importantes da Europa do estilo e pondo à Galiza como protagonista dum passado muito importante do ponto de vista histórico-artístico.
Hoje acordamos com esta boa notícia que achamos no Jornal La Región de Ourense. Portanto podemos e queremos berrar dizendo alto e claro VITÓRIA!!!!!!!!
A ajuda inestimável do Grupo Ecologista "Outeiro" foi fundamental pela tramitação da denúncia pertinente às autoridades pertinentes e que isto se resolva assim. Obrigado, caros. Temos muitos ânimos para continuarmos com o nosso labor!
Bravo pela Sra Isabel!!! Bravo por Santa Comba!!!! Bravíssimo!!!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

IV Jornadas das Letras galego-portuguesas em Pitões das Júnias.


Programa (Hora portuguesa. Uma hora mais na Galiza)

Dia 30 de maio. Sábado

10:00: Abertura das IV Jornadas das Letras galego-portuguesas em Pitões
  • Lúcia Jorge. Presidente da Junta de Freguesia de Pitões das Júnias
  • Orlando Alves. Presidente da Câmara Municipal de Montalegre
  • José Manuel Barbosa. Desperta do teu sono.
  • Maria Dovigo (AGLP: Academia Galega da Língua Portuguesa)
10:30: 1º Painel. Moderador: José Manuel Barbosa: Desperta do teu sono.
  • 10:30: Mónica O'Reilly: "Myth and identity: Leabhar Gabhála Éireann: Construction and de-construction of irish, Galician and Portuguese Gaelic narrative" (Tradução simultânea: João Paredes).
  • 11:30: João Paredes: "Sobrevivências da antiga religião galaica e concomitâncias na Europa atlântica".
  • 12:30: Marcial Tenreiro: "Mito, realidade e território; Para uma etno-árqueologia jurídica na céltica peninsular".
13:30: Almoço


16:00: 2º Painel. Moderadora: Kátia Pereira representante do Polo Eco-Museu do Barroso-Pitões das Júnias
  • 16:00: Filme: "Cemraiost'abram" de Mónica Baptista.
  • 17:00: Rafael Quintia, João Bieites e José Manuel Barbosa: Apresentação das Atas das Jornadas das Letras galego-portuguesas dos anos passados.
18:00: Livre

Dia 31 de maio. Domingo.



10:00: 3º Painel. Moderador: David Teixeira Vice-Presidente da Câmara Municipal de Montalegre.
  • 10:00: Maria Dovigo: "Lei estranha do herdo. Presença da avó na poesia galega contemporânea: As elegias de Joana Torres".
  • 11:00: Hugo da Nóbrega: "Identidade toponímica do Norte de Portugal e localização do nome da Gallaecia".
  • 12:00: Conclusões e propostas em comum.
13:00: Almoço.

16:00: Visita turística por Pitões das Júnias
  • Visita ao Mosteiro de Pitões das Júnias
  • Visita à Cascata
  • Visita ao Eco-Museu onde se vai expor a panóplia guerreira dos soldados galaicos por parte do grupo Oinaikos Brakaron.
 
Colaboram:  
AGLP (Academia Galega da Língua Portuguesa)
Associação Pró-AGLP
Câmara Municipal de Montalegre 
Junta da Freguesia de Pitões das Júnias 
AGAL: (Portal galego da Língua) e AGAL (Associação Galega da Língua) 
SAGA: http://www.antropoloxiagalega.org/
IDG: https://durvate.wordpress.com/
Polo Eco-Museu do Barroso: 
Oinaikos Brakaron:
Gaiteiros de Pitões das Júnias:

Link da Junta de Freguesia de Pitões das Júnias:
http://jf-pitoesdasjunias.org
Link do Concelho de Montalegre:
 http://www.cm-montalegre.pt/

terça-feira, 22 de abril de 2014

III Jornadas das Letras Galego-Portuguesas em Pitões

Autoria: Paco Boluda e José Goris.


Pela Equipa do DTS

E com esta já sao três as ediçoes das Jornadas das Letras Galego-Portuguesas em Pitões das Júnias.

Dia 30 de Maio Sexta-feira (Hora portuguesa)
20:00: Receção dos participantes nas Jornadas na casa de Turismo Rural do Padre Fontes em Mourilhe e atuação do Bruxo Queimam e o Padre Fontes.
21:00: Ceia na Casa Rural do Padre Fontes em Mourilhe (ceia 18 Euros)
23:00: Deslocamento dos palestrantes a Pitões

Dia 31 de Maio Sábado (hora portuguesa)
10:00: Apresentação das Jornadas
10:15: João Paredes: “A utilidade do celtismo. Celticidade galaica no S. XXI”
11:15: Rafa Quintia e Miguel Losada: “Celtismo, construção cultural e identidade”
12:15: Perguntas, questões e debate.
12:45: Descanso e café
13:00: Oinaikos Kallaikoi
14:00: Comida popular na Praça da Junta da Freguesia (música)
16:30: Oinaikos Kallaikoi
18:30: Maria Dovigo: “O conto de Santo Amaro, desde a procura da ilha paradisíaca à diáspora dos galegos de Lisboa”
19:30: Debate, perguntas e questões
20:00: Descanso, café e visita por Pitões.
20:30: Folião celto-galaico.
21:00: Atuação do Bruxo Queimam
21:30: Folião celto-galaico.
21:45: Ceia livre por Pitões

Dia 1 de Junho Domingo (hora portuguesa)

10:00: Abertura da sessão
10:15: Alberte Alonso: As pedra-fitas, observadores astronómicos.

11:15: André Pena Granha: Constituição política celta das galaicas trebas e toudos. Etno-arqueologia institucional.
12:15: Pedro Teixeira da Mota: “As fontes matriciais de Portugal”
13:15: Debate, perguntas e questões
13:45: Encerramento
14:00: Almoço no Dom Pedro.

A GENTE PODE VIR LIVREMENTE ÀS JORNADAS. NÃO HÁ QUE PAGAR MATRÍCULA, SÓ HÁ QUE PAGAR A CEIA NA CASA DO PADRE FONTES O DIA 30 DE MAIO ÀS 21:00 HORAS.
NÃO É OBRIGATÓRIO ASSISTIR A ELA PARA PARTICIPAR NAS JORNADAS MAS QUEM QUISER VIR DEVE CONFIRMAR PARA OS COZINHEIROS PODEREM MEDIR AS QUANTIDADES E A GENTE ASSEGURAR UM LUGAR ENTRE OS COMENSAIS.

-CEIA:
-Atuação do Bruxo Queimam às 20:30 aproximadamente.

EMENTA:

-Entradas: azeitonas, presunto, chouriço e fios de bacalhau
-Prato principal: Carne assada, salada de alface, arroz, verduras cozidas e ovos cozidos
-Sobremesas: Torradas e frutas
-Bebidas

Preço: 18 Euros a ceia.

AS COMIDAS E AS DORMIDAS DIÁRIAS EM PITÕES DAS JÚNIAS PARA OS ASSISTENTES, AQUI NESTE LINK::
http://www.pitoesdasjunias.com/alojamento-e-produtos.html
http://www.casadopreto.com/
http://anaerusso.wix.com/sabores-de-pitoes/site#!__site
https://www.facebook.com/restaurantedompedro.pitoes
http://ww7.abrigosdepitoes.com/
http://www.casacampoferreira.blogspot.com.es/
https://www.facebook.com/pages/αβ-COMPOTAS-DO-MOSTEIRO/145993235459469

Link da Junta de Freguesia de Pitões das Júnias:
http://www.pitoesdasjunias.com/

Link do Concelho de Montalegre:
 http://www.cm-montalegre.pt/

sábado, 8 de junho de 2013

Esconjuro da Queimada em Pitões


Por José Goris e José Manuel Barbosa

Os passados 11 e 12 de maio celebramos em Pitões das Júnias as II Jornadas das Letras galego-portuguesas nas que entre outras cousas desfrutamos do escojuro da queimada que nos fez o nosso amigo o Bruxo Queimam.


A continuação deixamos os links da sua atuação:









terça-feira, 24 de julho de 2012

Entrevista ao Padre Fontes.

Equipa do DTS
Texto: Carolina Horstmann 
Câmara: José Goris 
Apresentaçao: José Manuel Barbosa

O Padre António Lourenço Fontes é uma dessas pessoas que não se passam desapercebidas para ninguém. Ligado sempre à causa cultural galego-portuguesa ensina-nos dia a dia que as nossas raízes galaicas estão presentes em cada elemento tradicional com o que trabalhamos, que celebramos ou mesmo que desejamos ou choramos. A forma de sentir a existência, com as nossas crenças vindas desde o paleolítico está presente mesmo no nosso ADN, mas com muita mais pureza nas regiões galaicas do Sul, no Barroso, no Gerês...em todo Trás-os-Montes.

O Padre Fontes é uma dessas pessoas que guarda o mais importante desse arraigo e nos está a lembrar cada pouco tempo a nossa ancestralidade e os vínculos que nos unem ao passado e aqueles outros vínculos que nos unem aos galegos e aos portugueses.
A Galiza, nesta altura histórica está passando-se por uns momentos difíceis. Da mão de uns dirigentes políticos castrantes e castrados estamos a ver como se nos está a desnacionalizar, como estão sendo destruídas as nossas tradições, a nossa língua, o nosso sentir nacional, a nossa forma tradicional de sentir a economia, as nossas crenças místicas e religiosas que nada tem a ver com a bondade, a generosidade, a humanidade, o saber ligado à natureza.... A dia de hoje e em nome duma modernidade alienante que nos afasta da Terra estamos entrando num mundo que nunca foi o nosso porque é alheio e é forâneo, porque nos narcotiza e cega os nossos sentidos que nos permitem ver o nosso Além... Vemos igualmente como a nossa população diminui dia a dia, como as nossas crianças enchem as suas mentes de elementos que não lhe foram transmitidos pelos seus ancestrais...quando há crianças...porque uma dos elementos desse processo é a falta de crianças que recolham o facho da nossa estirpe étnica. Estamos sofrendo o mesmo processo que levaram a cabo muitos povos indígenas ameríndios com a chegada dos espanhóis: o desastre.

No entanto, na Galiza Sul, no Norte de Portugal, as nossas tradições, a nossa língua e o nosso sentir continua vivo e com o intuito de sobreviver a esta maré desidentificadora. É o Padre Fontes um desses guardiões que preserva o nosso ser tradicional e por isso lhe devemos todo o que podemos dever-lhe a um autêntico herói galaico.

A passada Sexta-feira 13 de Julho estivemos com ele na sua Quinta de Mourilhe: A Quinta da Nossa Senhora dos Remédios. Ali lhe fizemos esta entrevista na que falamos sobre tudo do seu gosto pela medicina popular que era a forma ancestral que os nossos antepassados tinham para evitar doenças em contraposição à contaminação química que temos por medicina a dia de hoje, do enriquecimento dos laboratórios e do lobismo que surge de jogar com a nossa saúde. Após a entrevista, essa noite pudemos vê-lo no cenário ao pé do Castelo de Montalegre esconjurando as bruxas e as maldades dessa linda comarca barrosã. A prosperidade dos seus habitantes vê-se nos seus olhos, a felicidade da gente pelas ruas é imensa porque essa contaminação energética gerada por este mundo de tolos fica limpa e anulada com a força deste nosso Padre Fontes e com a ajuda desses grandes atores que são os Errantes da Troula que mais do que atuar o que fizeram foi ritualizar com total veracidade e limpar Montalegre dos maus espíritos que nos governam vestidos de fato e gravata.
Aqui vos apresentamos a entrevista que fizemos esse dia na casa do nosso Bruxo-Mor mas que nós consideramos o nosso grande, o nosso Arquidruída, o Druida de todos os galaicos dignos. Não falamos de qualquer aldeia gaulesa defendida com qualquer poção mágica, não. Falamos de Montalegre, falamos do Barroso, falamos do Norte de Portugal, falamos da Gallaecia viva, falamos do Padre Fontes.   Que vos preste. Sexta-feira 13 de Julho de 2012

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Entrevista à Professora Doutora Blanca Garcia Fernández-Albalat

Equipa do DTS
Câmara: José Goris 
Apresentaçao: José Manuel Barbosa

Os passados 6 e 7 de Maio tivemos o prazer e a honra de organizarmos umas Jornadas da Língua Galego-Portuguesas em Pitões das Júnias às que levamos três pessoas que consideramos importantes no que diz respeito do celtismo. Uma dela, Fátima Figueiredo falou sobre o relacionamento existente entre as Cantigas Medievais e a tradição celta, o segundo foi David Outeiro, colaborador deste nosso blogue no que falou sobre hagiografia e o vínculo entre as divindades celtas e os atuais santos cristãos e finalmente a Professora Blanca Garcia Fernández-Albalat com o trabalho que levava por título: "A Soberania indoeuropeia, celta e galaico-portuguesa: a perduração no folclore."
Professora Fernández-Albalat, uma das mais importantes celtólogas da Galiza de hoje (juntamente com o Professor André Pena Granha com quem gostaríamos contar em próximas edições) nasceu na Crunha e é Doutora em História, especialista em Arqueologia, Pré-história e Antropologia Cultural . A sua tese de licenciatura foi feita em 1983 na Universidade de Santiago de Compostela onde fez estudos e levava o título de: "El culto a las divinidades de las Aguas en la Gallaecia Antigua" momento em que começou as suas investigações do mundo religioso e sociedade celto-galaica e da área lusitana de época pré-romana.
O Título de Doctora en Historia foi conseguido pela tese: "Las divinidades de la guerra y su vinculación con las comunidades indígenas en el  área galaico-lusitana feito igualmente na Faculdade de Geografia e História da USC (Departamento de Historia I: Prehistoria, Arqueología, Historia Antigua y Paleografía) (España) em Abril de 1989 com uma qualificação Apto cum Laude por unanimidade.(máxima puntuación). Nesta susa tese de doutoramente esta baseada na investigação sobre o comportamente dos grupos de guerreiros do Oeste peninsular em época pré-romana e romana procurando as semelhanças e paralelismos com as comunidades irlandesas e celtas em particular. De igual maneira a relação com determinados deuses da guerra tipicamente celtas.
Em 2005 e 2006 validou o seu doutoramento em Pré-história e História da Antiguidade para exercer profissionalmente em Portugal pela Universidade do Minho, em Braga e a equiparação com grau de Doutora na especialidade de Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.




Grande trabalhadora no âmbigo científico com trabalhos de investigação como os seguintes:
 
 1. "Sociedad y categorías sociales en la Galicia Antigua" O nacimento dunha nación: Sociedade e Categorías sociais na historia de Galiza, editado por el diario A Nosa Terra, en la colección A nosa Historia, nº. 6, Enero 1995, pp.: 10-18
        
2. "Las divinidades indígenas de la Hispania Prerromana. En pos de una metodología", Trabalhos de Antropología e Etnología da Sociedade Portuguesa de Antropología e Etnología, Porto 1985 , Vol. 25, fasc. 2-4, pp. 275-283.
 
3. "La diosa Erbina, la soberanía guerrera femenina y los límites entre los igaeditanos y los vetones",  Revista Conimbriga, XXXII-XXXIII (1993-1994), pp 383-401.

 E os livros publicados:

1. Guerra y Religión en la Gallaecia y Lusitania Antiguas, Ediciós do Castro, Sada, A Coruña 1990.

2. Las rutas sagradas de Galicia: perduración de la religión celta de la Galicia Antigua en el Folclore actual. Diputación Provincial de A Coruña. 1999.

3. Religión celta y religión Galaica  Tomo I. Aspectos teóricos, Diputación Provincial de La Coruña (en prensa).

3b. Religión celta y religión Galaica. Tomo II: Epigrafía votiva de Gallaecia. (textos y aparato gráfico), Diputación Provincial de La Coruña (en prensa)

4. Espacio sagrado y simbolismo celta. Del Leabhar Gabhála a Galicia. Editorial Brigantia, Betanzos, A Coruña (en prensa).

Trabalhou igualmente em alguns livros coletivos como são:

1. "Las llamadas divinidades de las aguas" en J.C.BERMEJO BARRERA : Mitología y Mitos de la Hispania Prerromana 2, Madrid 1985 pp. 141-192  (=Cap. V ).

2. "El hecho religioso en la Galicia Céltica", en O feito relixioso na historia de Galicia, Santiago 1993. Asociación Galega de Historiadores, pp. 27-58.

3. "Ritos funerarios en la Galicia Céltica" en A Cidade e o Mundo: romanización e cambio social. Publicación de los cursos de Verano de la Universidad de Vigo (Xinzo de Limia, Julio 1995). Concello de Xinzo de Limia 1996. pp. 69-79.

4. "Religión y sociedad en el mundo castreño gallego", en A Cultura Castrexa a debate, Actas de los cursos de Verano de la Universidad de Vigo (Tuy, Julio 1995). Coord. de José Manuel Hidalgo Cuñarro; Instituto de Estudos Tudenses 1996.pp. 141-156.

5. "La religión de los castrexos", en Las religiones en la Historia de la Galicia, Semata: Publicación de Ciencias Humanas y Sociales de la Universidad de Santiago de Compostela; 1996. Vol. 6-7 pp. 33-91.

6.  “A Coruña Celta” : tres fascículos de  la Historia de La Coruña editada por el diario “La Opinión”- (en prensa).

7.  “El patrimonio como responsabilidad” en A Cultura Light, actas da mesa redonda celebrada na Faculdade de Letras do Porto. Abril 2005.  

8. “La Soberanía Indoeuropea. Perduraciones en el folclore del Noroeste Peninsular”, en Crenças, Religiâo e Poder. Dos individuos as sociabilidades, Porto Ed. Afrontamento, 2008, pp. 327-345.

Participou em vários congressos onde apresentou os seguintes trabalhos:

1.    "Introducción al estudio de la problemática metodológica suscitada por el análisis histórico-religioso de la llamadas divinidades de las aguas", Publicación del Seminario Luso-galaico de Estudos de Arqueología, Historia e Etnología Comemorativos da Vila de Caminha,  Octubre 1984 (Portugal), número especial de la Revista Lucerna, 2ª,serie, Vol II, Porto 1987, p. 245-262.

2. "El culto a las Aguas en la Prehistoria. La pervivencia de un tópico metodológico" I Encontro de Escritores Luso-galaicos, Monçâo - Melgaço, (Portugal) 25/27 Enero 1985.

3. "Un ara votiva a Durius? Valor religioso de los ríos en la Antigüedad", 1er. Congreso Internacional sobre o río Douro. Vila Nova de Gaia (Portugal), Abril-Mayo 1986. Publicado en un nº especial de la Revista "GAIA" (Cámara Municipal de Vila Nova de Gaia, (Portugal) 1995.

4.  "La diosa Nabia. Nueva interpretación", I Congreso Peninsular de Historia Antigua. Santiago de Compostela, Julio 1986- (editado por G. Pereira Menaut en Santiago de Compostela 1988) Vol II pp. 249-263.

5. "La religión Prerromana de la Beira Baixa. Una cuestión de método", I Jornadas de Historia Regional do Distrito de Castelo Branco, Castelo Branco Noviembre 1987. (en prensa).

6. "La soberanía femenina céltica y sus huellas de culto en el Oeste peninsular", en  Os Celtas da Europa Atlántica, Actas do I Congreso sobre la Cultura Celta . Ferrol Agosto 1997 - Ferrol 1999. pp. 171-197.

7. "Mitología celta y Folclore Galaico", Os celtas da Europa Atlántica. Actas do 2º Congreso Internacional sobre a Cultura Celta, Ferrol Noviembre 1998. (en prensa).
8.  Coordinadora de “La Historia de A Coruña”, a editar por el periódico “La Opinión”. 

9 “A orixe dos espazos sagros e as particularidades no mundo celta.” Congresso Internacional sobre a Cultura Celta. Narom. Abril 2011.


Participou em Simposia como ponente:

1. "Introducción a la problemática metodológica suscitada por el análisis histórico-religioso de las divinidades de las llamadas divinidades acuáticas", ponencia leída en el VII Centenario da Foral de Caminha. Caminha (Portugal) 24 Julho 1994.

2. "El Culto a las aguas en la Prehistoria", ponencia leída en el I Encontro de Escritores Luso-galaicos. Monçâo-Melgaço, Portugal, Enero 1985.

3. "Un ara votiva a Durius. Valor religioso de los ríos en la antigüedad", comunicación presentada al I Congreso Internacional sobre o río Douro. Vila Nova de Gaia, Portugal, Abril/Mayo 1986.

4. "La diosa Nabia. Nueva interpretación", comunicación presentada al I Congreso Peninsular de Historia Antigua. Santiago de Compostela, Junio 1986.

5. "La religión Prerromana en el noroeste peninsular" en La Galicia Prerromana, Curso de Verano de la UIMP en la Coruña, dirigido por la misma. 23 Julio 1987.

6. "La religión prerromana de la Beira Baixa, una cuestión de método", comunicación presentada en las I Jornadas de Historia Regional de Castelo Branco. Castelo Branco, Portugal, 13-15 Noviembre 1987.

7. "Los druidas y la magia celta", ponencia presentada en el II Simposium Internacional de Antropología, Mitos y Tradiciones: En busca del origen del hombre. Organizado por Procultur. Asociación de Promoción cultural, Madrid 28-29 Noviembre 1987.

8. "Breve notícia de uma nova divindade indígena nas terras das Beiras. O limite entre os Igaeditanos e os vetones", comunicación presentada en el I Coloquio Arqueológico de Viseu. Viseu, Portugal. Abril/Mayo 1988.

 9.  "Los rituales de la muerte en época castreña" ponencia presentada en el Seminario: Ritos e imaginario da morte em Portugal (Idade Media), Organizado por la Faculdade de Ciências Sociais e humanas da  Universidade Nova de Lisboa, 29-20 Junio 1992.

10. "El hecho religioso en la Gallaecia celta", ponencia presentada en la II Semana Galega de Historia: "O Feito relixioso na Historia de Galicia". Organizado por la Asociación Galega de Historiadores. 19 Abril 1993.

11. "O elemento celta na Protohistoria galaica", ponencia presentada en el curso A Cultura castrexa a debate, organizado por la Facultad de Humanidades de Orense. 13 y 14 Abril 1994.

12. "Ritos funerarios en la Galicia celta", ponencia presentada en A cidade e o mundo: Romanización e cambio social. Curso de Verano de la Universidad de Vigo-Concello de Xinzo de Limia. Xinzo de Limia 3-7 Julio 1995.

13. "Religión y Sociedad en la Galicia Castreña", ponencia presentada en A Cultura Castrexa a debate, Curso de Verano de la Universidad de Vigo. Tuy, Julio 1995.

14. "O fenómeno religioso na Galicia Celta: A soberanía femenina". Comunicación presentada al  I Congreso Sobre a Cultura Celta de Galicia, Ferrol Agosto 1997.

15. “Mitología celta y folclore galaico”. Comunicación presentada a Os celtas da Europa Atlántica. II Congreso sobre a Cultura Celta.” Ferrol Noviembre 1988.

16 “Os Celtas en Galicia Tema de la Mesa Redonda celebrada en el Instituto de Estudios Gallegos Padre Sarmiento con motivo de la Semana de Ciencia y Tecnología y dentro del ciclo “Historia e lenda”.18 Noviembre 2003

17. “El patrimonio como responsabilidad” Mesa Redonda sobre la Cultura Light, Porto, Faculdade de Letras. 22 Abril 2005.

18. La Soberanía Indoeuropea. Perduraciones en el folclore del Noroeste peninsular. Mesa Redonda “Crencas, religiôes e poder. Dos Individuos as sociabilidades, Celebrada na Faculdade de Letras do Porto en Abril de  2006. (ver apartado de publicaciones)

19. “Arqueoloxía Simbólica da Paisaxe” Curso de Verano de la Universidad de Santiago de Compostela. Guitiriz Julio de 2010.

20. “La vestimenta de la heroización y de la guerra en la Cultura Castreña” DRESSID PROJECT (SGB WORKSHOP) Political power and appearance: Luxury and Dress in the Roman Empire ans its provinieses. 7 Noviembre 2010. Facultad de Geografia e História de Valencia.

  Participou igualmente em conferências com os temas seguintes:
  
1.     "Estructura geral das religies indoeuropeias", Faculdade de Letras do Porto, convidada por el Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva, asistente de Protohistoria. Febrero 1985.
2.     "As religiôes célticas na Gallaecia", Festival Intercéltico de Porto, Organizado por el Instituto Francés de Porto, 22 Abril 1986.
3.     "Religiôes indoeuropeias: estrutura interna e aplicaçâo ao estudo das religiôes na Lusitania". Faculdade de Letras do Porto, convidada por el Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva, asistente de Protohistoria. Julio 1986.
4.     "Poblamiento de Galicia e Hispania: Los indoeuropeos". Facultad de Humanidades de Orense, 12 Mayo 1993.
5.     La realidad céltica de Galicia, más allá  de la Arqueología", Revista Anual de la Asociación Cultural Hispano-Irlandesa. Madrid.
6.     "La religión céltica en Galicia", organizado por la Asociación de amigos del Museo-Museo Arqueológico de la Coruña. Auditorio Caixa Galicia 20 Mayo 1993.
7.     "El celtismo en Galicia : estado de la cuestión". Sociedad de Amigos de los Museos, La Coruña, 2 de Julio 1999.
8.     El poblamiento antiguo de La Coruña y el origen celta de su nombre”, Puertas Ártabras Sociedad de Amigos de los Museos, La Coruña. Diciembre de 2000.
9.     “A orixe do espazo sagro no mundo castrexo”. VIII Xornadas Castrexas organizadas por la Consellería de Turismo, Patrimonio Histórico-Artístico e Natural e Medio Rural. Concello de Cambre (A Coruña), Sábado 16 Octubre 2010.
Igualmente ministrou aulas como professora de Cursos de formação e seminários, organizadora de Congressos, Cursos de formação, Projetos de investigação, Direção de investigações, Colaboração com entidades científicas, etc...É Vice-Presidenta da Fundação Associação de Estudos Celtas de Galiza desde a sua constituição, Fundadora e Presidenta da Associação de Investigações Celtas de Galiza e faz parte do IGEC (Instituto Galego de Estudos Celtas) como diretora do Depto. de Cultura Céltica Contemporânea.
Foi igualmente Professora Universitária da USC e Professora da Universidade de Vigo


domingo, 27 de maio de 2012

Entrevista à Doutora Maria de Fátima Figueiredo



Equipa do DTS (Desperta do Teu Sono)  
Câmara: José Goris
Apresentaçao: José Manuel Barbosa

Os passados 5 e 6 de Junho deste ano celebramos em Pitões das Júnias (Montalegre-Portugal) como é sabido, as Jornadas das Letras Galego-Portuguesas. Tivemos a grande sorte de estarmos com pessoas comprometidas com a Galiza, com Portugal e com o mundo lusófono e céltico, esses dous mundos dos quais a Galiza faz parte por direito próprio e por matriz. O recital, a estadia na casa do Padre Fontes e as paletras na sala da Junta da Freguesia de Pitões ficaram na nossa memória com muito prazer e com muita vontade de repetirmos mais outra vez o ano que bem. Tudo isto ficou dito e ficou na rede, como uma gravação na pedra com letras inscritas para perdurarem no tempo, como se forem algum dos nossos petróglifos que desde o Calcolítico estão aí para nos lembrarem que somos o que somos, e somos de quem somos.

As pessoas que tivemos connosco para que os ecos da nossa etnogénese flutuassem no ar foram a Doutora Maria de Fátima Santos Duarte Figueiredo, David Outeiro Fernandes e a Professora Doutora Blanca Garcia Fernández-Albalat . Eles falaram e ensinaram-nos desde o seu saber e desde o seu amor a esta terra granítica que nos pariu; eles desfrutaram connosco da beleza sem igual dessa aldeia da montanha barrosã num fim de semana memorável e lindo. Os temas foram vários, mas tivemos também a honra e a sorte de podermos conversar  em entrevista concedidas para este blogue com cada um/a delxs sobre todo aquilo que nos mobiliza...assim a apreendizagem foi acrescentada.

Nas próximas semanas teremos connosco a entrevista com o nosso querido e popular Padre António Lourenço Fontes, feita a sexta-feira dia 13 de Abril; teremos posteriormente a entrevista a  Blanca G. Fernández-Albalat, autoridade no que diz respeito ao mundo celto-galaico, valente nas suas opiniões e insubmissa a respeito do pensamento plano anti-celtista fornecido pelas Universidades. Finalmente incluiremos a entrevista a uma promessa de futuro, a um grande em potência: ao nosso amigo e jovem David  Outeiro que tem colaborado connosco neste “DTS” e a que lhe devemos muito do nosso sucesso.

A dia de hoje temos a primeira entrevista. Também a primeira palestrante das Jornadas. Ela é a Doutora Maria de Fátima Figueiredo. Mora e ministra aulas de Língua em Santarém e é uma pessoa que leva a Galiza no coração e as origens do seu Portugal amado. A sua ligação à Galiza vem-lhe de muito cedo e acredita na ideia de que como portuguesa e descendente de galegos há uma responsabilidade moral por parte de Portugal de recuperar a memória histórica, ancestral, originária e galaica no ensino, na formação e no (in)consciênte coletivo dos portugueses e portuguesas tanto no que diz respeito do conhecimento da História da Galiza como do vínculo linguístico comum. A entrevista foi feita na Sala que a Junta da Freguesia nos deixou para as Jornadas. Graças ao seu apoio isto foi possível. Obrigado.




 


quarta-feira, 7 de março de 2012

O desrespeito ao património galego (Video entrevista com Isabel Alonso, Guardiã de Santa Comba de Bande)


Equipa do DTS
Câmara: José Goris 
Ajuda Técnica: Ana Bernardez e Carolina Hortsmann
Apresentaçao José Manuel Barbosa

Tenho teimado contra as mentiras históricas e contra a manipulação historiográfica; tenho querido desvendar para o leitor fiel mais de uma cousa, e de duas, que deixam a Galiza discriminada do conhecimento da sua própria realidade passada; tenho criticado o castelhanismo compulsivo do ensino no que diz respeito da História e da língua; tenho denunciado a debilidade daqueles que não consideram a Galiza dentro da Península Ibérica como ponto fulcral e decisivo na/da conformação política, territorial, social e cultural tanto da Espanha como de Portugal. Tenho trabalhado por todas essas cousas e por isso os meus afetos nunca vão estar da parte do Império Castelhano tornado em Reino da Espanha, não. Os meus afetos vão estar com o nosso País, com a nossa Pátria, com a nossa Nação galega.
 Como isto é assim ainda que do céu venham centelhas nunca vou deixar de confrontar-me contra todo aquilo, humano, desumano ou inumano que atente contra as bases conformadoras da Galiza Eterna. Da Galiza que existia antes de Roma, nomeada de Kalláikia, Oestrímnia ou Ophiusa; da Galiza romana, sueva, medieval e hegemónica na Hespéria; da Galiza camponesa e marinheira da Idade Moderna; da Galiza anti-napoleónica de Cachamoinha; a Galiza provincialista e murguiniana; da Galiza galeguista, reintegracionista, celta e celtista e daquela que sonha com a sua soberania. É por isso que nunca vou deixar de evidenciar a maldade de qualquer governo madrileno, bruxelense ou compostelano que permita que aquilo que ficou do passado seja destruído, ocultado ou manipulado com o fim de obscurecer o nosso País, de negar-lhe personalidade para que perda a sua existência e o seu ser. Quem isso faça vai-nos ter a nós justo frontalmente, com a esferográfica preparada para jogar à esgrima das letras.
 A desfeita está nos livros, nos média, no ensino. Entra pelos olhos, pelos ouvidos...mesmo pelo nariz quando cheira a queimado, quando sentimos calor no inverno e frio no verão, quando nos falam de amor à Galiza à vez que lhe cravam a faca nas costas...quando vemos uma anta estragada com adornos de arquitetos modernistas; quando identificam um castro com não sei que vínculos mediterrâneos à vez que o destruem  para fazer um porto exterior sem antes ter sido estudado por arqueólogos responsáveis e livres de ataduras espúrias pagadas pelo poder político às ordens de fenícios mesetários, quando vemos uma igreja sueva que fazem passar por visigótica esquecida por todas as instituições e atendida só pela boa fé da gente do povo. Essa desfeita é como mínimo consentida quando não planificada maliciosamente por uma administração que não nos mata, mas que nos dá para que morramos, uma administração cujo sentido das cousas é tipicamente otomano ou atiliano.
Partindo dessa conceitualização das cousas, queremos apresentar um trabalho feito nos passados meses de Janeiro e Fevereiro onde queremos fazer público à vez que denunciamos os Sultães de Madrid e os seus Sátrapas compostelanos tanto laicos como curiais exercendo a mais subtil das limpezas. Esse tipo de limpezas que se passam desapercebidas porque não saem na TV mas que acabam igualmente com os povos. Se realmente ao Reino lhe parecesse importante ou de utilidade a nossa Igreja de Santa Comba de Bande (como importante é para ele a Dama de Elche, as Covas de Altamira ou os achados de Atapuerca...), este exemplo de capela pré-românica  e mesmo paleocristã seria um modelo de cuidado, de atenção administrativa e de aproveitamento do património para qualquer finalidade positiva, mesmo para que o Estado ou a Junta da Galiza pudessem minimizar a crise na que nos meteram, pelo menos nessa comarca querquérnica, autêntico ônfalon do património artístico galaico.

Com tudo isto, só queremos lembrar duas cousas:
1-    A Galiza tem mais património artístico dentro da CAG do que todo o resto do Reino junto, o qual poderia fornecer uns ingressos económicos que poderiam tirar da precariedade e da emigração a muitos galegos...e não só riqueza económica...e...
2-   Um governo galego e uns interesses de Estado que permitem isso e que favorecem a eliminação da memória dos galegos, que permitem que museus como o de Ourense sejam “bunquers” onde nem se possa ver o seu interior por levar quase doze anos fechado merecem o nosso desrespeito e o nosso rechaço. Nós somos os donos do nosso património e a administração está ao nosso serviço, não ao invés. Nós somos os que sustentamos esses aparatos governamentais e nós somos os que podemos dar-lhes o seu merecido por se desviarem do seu cometido principal. Que emigrem eles! Que fiquem eles sem trabalho!....Porque? Porque nos querem mal!, e nós devemos querer-nos a nós próprios.

Eis:



Gravação e elaboração dos vídeos: José Goris
Colaboração Técnica: Ana Bernardez e Carolina Horstmann

Declaração de Santa Comba de Bande Monumento Nacional:
Ilmo. Sr.: Visto el expediente incoado sobre la declaración de Monumento nacional de la iglesia de Santa Comba o San Torcuato de Bande, en la provincia de Orense, y de conformidad con el dictamen emitido sobre dicho particular por las Reales Academias de Bellas Artes de San Fernando y de la Historia, S.M. el Rey (q.D.g.) ha tenido a bien resolver sea declarada la referida Iglesia Monumento nacional, quedando como tal Monumento bajo la tutela y protección del Estado y la inmediata custodia y vigilancia de la Comisión provincial de Monumentos de Orense. De Real orden lo digo a V.I., para su conocimiento y efectos. Dios guarde a V.I. muchos años. Madrid, 11 de agosto de 1921, publicada esta en el BOE. 16-08- 1921.” 

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